Jorge Reis

Pai do Benjamim. Mestre em Criação Artística Contemporânea em 2011 pela Universidade de Aveiro. É formador certificado nas áreas de expressão artística e design. É co-fundador, diretor artístico, curador-produtor, designer, consultor de arte contemporânea, mediador de arte, e vice-presidente da EMERGE — Associação Cultural para a Promoção de Arte Contemporânea. Recebeu 2 prémios em artes e criatividade. Dirige artisticamente o projeto REVELAR com organização da Câmara Municipal de Torres Vedras e o Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras. No desporto é praticante de padel, fazendo parte da direção do Clube de Ténis e Padel de Torres Vedras. No padel é capitão da NETCRACKERS, equipa M5 da Federação Portuguesa de Padel. É diretor dos torneios LigaCTPadel e Sundae Padel no Clube de Ténis e Padel de Torres Vedras.

Márcio Carvalho

Márcio Carvalho vive e trabalha entre Berlim e Lisboa. Licenciado em artes plásticas na ESAD, Caldas da Rainha, mestre em artes performativas na UDK, Berlim, e candidato a Doutoramento na Faculdade de Belas Artes em Lisboa.

O seu trabalho artístico e de investigação partem de diferentes tecnologias e práticas ligadas ao recordar autobiográfico e coletivo e como elas influenciam a construção memorial de eventos passados. Carvalho usa a arte como ferramenta para examinar memórias representativas que estão inseridas em diferentes ambientes urbanos e privados, especialmente aqueles que ainda comemoram o colonialismo e o imperialismo, sempre em busca de histórias e testemunhos que abram caminho a novos contratos historiográficos.

Através do seu trabalho propõe imaginar, em coletivo, estratégias participativas de contextualização dos objectos de culto colonial espalhados pela cidade, de modo a proporcionar encontros com histórias alternativas; e repensar o papel que o património e a comemoração pode e/ou deve desempenhar num tempo pós-violência colonial.

João Henriques

João Henriques (1967, Tomar). Atualmente a residir em Torres Vedras.

Ligado à Fotografia enquanto arte visual desde 2010, e à programação e curadoria em Fotografia, desde 2020. Possui estudos superiores em Gestão de Empresas, Psicologia e Fotografia. Enquanto autor, explora a imagem no intervalo entre a superfície e a profundidade, e enquanto mediação do real e da imaginação, para a projeção e construção de significado no mundo.

Evgenia Emets

Evgenia Emets (1979, Poltava, Ucrânia), vive e trabalha em Portugal (Torres Vedras). Possui mestrado em Belas Artes pela Saint Martin’s. Como artista e poeta, foca a sua prática artística sobre questões ambientais/ecológicas – que transpõe para a caligrafia, arte visual poesia, instalação, performance, e arte site-specific na natureza. Alguns dos prémios que recebeu incluem: Camara Municipal Lisboa (2022, 2023), Sustentar CiClo (2020), Bienal de Coruche (2019, 2021), CineEco Seia (2018), Prémio de Arts Council UK (2019, 2016, 2014).

O seu projeto Eternal Forest marca uma transição de integração do pensamento ecológico na sua arte – um projeto já apresentado em Portugal, Espanha, Reino Unido, Mexico: na Bienal de Coruche (2019), CI.CLO / Bienal Fotografia do Porto – Sustentar, Portugal (2020), conferência Roots & Seeds (2021), Barcelona, Espanha, Multispecies Salon, Mexico, Bienal de Cerveira, Portugal (2022), Encontro Pela Terra, Galeria Diferença, Portugal (2023). A sua obra também tem sido exposta em diversas organizações como: National Gallery de Londres, Tate Modern, Royal College of Art, Imperial College, Barbican, Museum Victoria & Albert, Roundhouse. Exposições individuais recentes: Eternal Forest, MUHNAC Lisboa, Portugal (2022) e Forest Time, Estufa Fria de Lisboa e Parque Florestal de Monsanto (2023).

A sua obra faz parte de diversas coleções como: Stella Art Foundation, MOMA (Rússia), British Library, National Poetry Library, Biblioteca de Arte Gulbenkian e várias coleções de arte na Rússia, Reino Unido, Europa e Japão.